tofter

Sinopse

Em meio a ditadura dos anos 70, no México, uma família de cinco pessoas abandonada pelo “homem da casa”, precisa tocar a vida como se nada tivesse acontecido. Isso só é possível, pelo empenho de duas irmãs descendentes de índios, que trabalham a serviço desta família. Cleo, a pessoa que menos tem “chance de viver” dentro da história, consegue demonstrar uma sutileza única para contornar os problemas de todos.

Crítica

Alfonso Cuarón conta uma parte de sua infância desconhecida pelos fãs de seu trabalho. Libo, que no filme é apresentada como Cleo foi sua empregada doméstica homenageada pelo diretor, com muito êxito.

Em duas horas e quinze de filme, você assiste a uma aula de cinema. As câmeras estáticas e com leves movimentos horizontais, contam tudo que Cleo viu durante o período escolhido por Alfonso.

Esse é um filme pensado para amantes do cinema e pessoas que trabalham no meio audiovisual. Por isso, nem todos que assistirem irão se apaixonar pela obra.

Conciliar os fatos históricos do México, como a ditadura que foi imposta no começo dos anos 70, com as vidas das duas mulheres que ensinaram Alfonso durante sua vida, trouxe uma carga emocional muito impactante. Sofia (Marina de Tavira), uma mulher esperançosa, que esperava a volta do marido, convivia com o seu salário de química e “cuidava” de quatro crianças de uma maneira bem difícil.

Yalitza Aparicio interpretou Cleo, a protagonista do filme. Você deve estar se perguntando, Yalitza Who? Exatamente! A mexicana descendente de índios, nunca havia atuado na frente das câmeras e nem no teatro da escola, segundo a própria atriz. Isso deixa ainda mais brilhante a atuação da agora atriz YALITZA APARICIO, que com poucas falas e muitas cenas, conseguiu transmitir uma mulher forte, simples e que lutava todos os dias para sobreviver.

Essa não é a única curiosidade do filme. Cuarón, não disponibilizou os textos para os atores e atrizes antes das gravações. O diretor, fotografo, roteirista e editor (sim, ele fez quase tudo na trama), queria ver as reações naturais de cada um estimulando o elenco para que se sobressaísse o lado humano deles. Marina, não sabia que Yalitza nunca havia pisado em um set de gravação e não sabia da premissa do filme. Algo simplesmente fantástico!

O desenvolvimento desta obra é contada de forma magistral. Você sente o drama da mãe, você sente a carência dos filhos, você sente que o abandono é uma das maiores realidades na vida de uma mulher. E como já citado, os problemas de um país em plena ditadura participam ativamente daquelas vidas causando medo, desespero e destruição.

Alfonso Cuarón conseguiu colocar duas mães, com realidades diferentes, para lutar e superar seus problemas todos os dias e de maneiras diferentes. Poder assistir esse filme, nos dias de hoje, me torna uma pessoa melhor e me faz pensar como as histórias de várias pessoas se cruzam todos os dias, mesmo sem percebermos.

Disparado o melhor filme de 2018.

Nota: 10,0

Masculinidade e suas “BICHICES”

A Gillette, neste mês de janeiro, subiu em seu canal do Youtube a propaganda com o nome e baseado em seu slogan, “The Best Men Can Be” (O Melhor Homem que Pode Ser).

Por incrível que pareça, ou não, muitos homens na internet se sentiram OFENDIDOS e chegaram a ameaçar de não utilizar mais os produtos da marca, como uma maneira de protesto contra o conteúdo que foi publicado pela empresa.

Atualmente, o vídeo tem mais 28 milhões de visualizações e conta com mais de 1 milhão e trezentos dislikes. O pior como você já deve estar se perguntando, são os comentários do vídeo, que são de dar NOJO!

            Quando li alguns comentários, pensei que ainda tinha 10 anos e, meus pais, meus professores e todos que conviviam naquela “verdade absoluta”, estavam reforçando todos os estereótipos possíveis, para que eu vestisse azul e não rosa (algo familiar?)

            Assim comecei a pensar: “que merda de homens são esses?” A masculinidade frágil está resistindo desde os anos 60 e contaminando o mundo ao seu redor. Os homens não melhoram, porque eles não querem! A luta pela igualdade jamais será vencida, enquanto à burrice for o primeiro ponto de ensinamento dentro de uma casa.

            Pela atitude desses homens, me sinto um lixo de ter que escrever uma coisa que parece tão simples, mas sempre tão difícil de ser entendida. O sentimento de culpa é grande, e não estou tirando minha parcela de contribuição para tudo isso. Porém, acho importante ressaltar que: eu aprendi, mudei, estudei… falta muito para me tornar um “homem ideal” (na verdade, nunca vou ser) e para me tornar uma pessoa melhor.

            Por isso, não entendo por que muitos insistem em ser um escroto precisando provar para todo o mundo o quanto ele(homem) pode piorar essa imagem. E o que mais me incomoda, é o quão ele se torna convencido de que é a coisa certa e bonita a se fazer.

Mesmo que as mulheres estejam denunciando, apontando o dedo e desmascarando a todos, convivemos com aquele pensamento (merda) de que: “precisamos ser superiores a elas, não podemos dar o braço a torcer”. Percebe o quanto isso é babaca?

            A “bichice” citada no título é para retratar o quanto acho que essas atitudes merecem ter esse termo como “apelido”. Sabe por quê? Porque é o mesmo apelido que “homens” como estes, dão para crianças que demonstram seu sentimento. São os mesmos termos usados para crianças que gostam de dançar ou expor facilidade com outros esportes, que não seja o futebol.

            Ser um merda como homem, cada vez mais é uma meta no Brasil. Assim, não consigo entender o porquê achamos que fora dele, as coisas são melhores. Pode até ser que a cultura seja mais rica. Pode até ser que o país em questão, não seja tão corrupto, mas o problema em todas as situações, ainda são os seres humanos.

            Homens precisam entender que os defeitos deles são mais graves, que o seu próprio preconceito.

Bird Box (NETFLIX, 2018) Crítica.

Bird Box (NETFLIX, 2018)

            Bird Box é um filme pós-apocalíptico dirigido por Susanne Bier e escrito por Eric Heisserer. O projeto, produzido pela Netflix, é baseado no livro homônimo lançado em 2014, escrito por Josh Malerman.

Sinopse          

O filme se passa em um período pós-apocalíptico, na qual pessoas não conseguem mais viver com os olhos abertos. Criaturas malignas dizimaram o planeta e “foram acolhidas por pessoas que não tinham mais o que perder”. Assim, a luta de um casal se torna imprescindível para manter duas crianças vivas e a si mesmo.

Crítica

Um filme desenvolvido para gerar desconforto psicológico, trata algumas questões como maternidade e humanidade de uma forma franca e desafiadora. Com uma narrativa não linear, a trama trabalha com os maiores medos de todos os seres humanos. O mais legal é como Eric Heisserer e Susanne Bier te mostram tudo isso, ou melhor, não mostram.

A criatura citada no filme, sendo deixada para que sua imaginação a “desenhe”, faz todo sentido quando se aplica os seus sentimentos ao momento vivido.

Com os personagens centrais, logo na primeira cena, senti uma grande perda no roteiro para inserir o restante do elenco. John Malkovich, interpretando Douglas, apenas foi um chato que precisou aparecer porque era o JOHN MALKOVICH, considerado um dos melhores atores de todos os tempos. As crianças, que também pouco ofereceram em atuação, foram outro ponto negativo no filme.

As introduções de novos personagens foram escolhidas a dedo para enriquecer o projeto. Olympia (Danielle Macdonald) encontra a casa depois de muito tempo procurando um lugar para se esconder de tudo aquilo. Importante tocar neste ponto, já que ela também está grávida e releva ainda mais o lado materno da história. Gary, outro personagem inserido, chega na trama com um discurso fajuto, e que convence a quase todos na casa. Esses personagens são mais dois acertos do filme.

Trevonte Rhodes, que interpretou Tom, entrega um personagem daqueles que você ama. Apesar de ser um ótimo ator, o roteiro lhe oferece um homem com problemas na família e que convivi com eles até encontrar Malorie. E, basicamente, seu papel foi esse.

Malorie vivida por Sandra Bullock tem um peso enorme para a história. Primeiro ela sofre por ser mãe, uma coisa que ela ainda pensava se realmente gostaria de ser; segundo, a morte da única pessoa com quem ela conversava por mais de 10 minutos, no caso, sua irmã Shannon (Sarah Paulson); terceiro e muito importante, se manter firme neste final de gravidez mesmo com toda tensão que lhe cercava. O último ponto a ser descrito é a maturidade de enfrentar o problema mesmo nunca o tendo visto. A perda dos conhecidos na casa e de Tom, que formou um casal com ela, não tirou o foco de seu objetivo maior de cuidar das crianças e as manterem a salvo.

Um ponto positivo do filme foi a atuação de todos com os olhos vendados. A dificuldade e, o trabalho que foi feio para atingir essa “perfeição”, teve um bom resultado no filme.

Mesmo com algumas falhas no roteiro, como não explicando o que aconteceu com o casal fugitivo, o filme consegue te prender e ainda tira o seu fôlego com belas imagens de luta e sobrevivência.

Minha Nota: 7,3.

Texto: Marcos Santos

Layout: Guilherme Correia

330-442-4390

Fonte: Istock

O ano de 2018 reservou muitas coisas boas e ruins para todos nós. Tudo aquilo em que acreditávamos ou não conhecíamos, foi comprovado para alguns e descoberto por outros.

Muitas pessoas estão tentando assimilar as mudanças que ocorrerão em 2019. Elas até tentam não pensar, mas sabem que algo de bom ou ruim vai acontecer. Assim, as escolhas feitas de 2018 serão refletidas como arrependimentos ou alegrias, no próximo ano.

Você deve estar pensando que esse texto é mais um daqueles clichês narrado por alguém que está querendo revolucionar o mundo. Estou escrevendo como alguém, que já não consegue imaginar que alguém queira revolucionar o mundo, simplesmente por nunca ter visto essa vontade nas pessoas.

Ao decorrer do ano, homens continuam odiando as mulheres e as mulheres continuam odiando os homens. O que chama atenção, é a falta de diálogo entre homens e mulheres que faz com que esse ódio só aumente. Por isso, o número de pessoas que lacram em comentários de Facebook, Youtube e Instagram, está cada vez mais alto. A falta de coragem de xingar, elogiar, abraçar outras pessoas pessoalmente, faz com que a única linguagem perceptível, dentro desse novo universo virtual que “vivemos”, seja feita pelo teclado do seu celular.

As crianças que cada vez mais são jogadas na frente de telas de celulares, computadores e televisão, como se isso realmente fosse um modo de educar.  Crescer se interessando cada vez mais por relacionamentos, não é o que elas precisam ter. O fato de não entender que a educação dá início ao lado comunicativo do ser humano, traz uma incerteza muito grande sobre como estaremos em 2025, por exemplo.

Buscar melhorar como ser humano, é uma tarefa só para os homens e mulheres. Essa tarefa, se torna uma tarefa mais do que necessária para não contaminar aquelas pessoas que ainda acreditam que viver bem, pode ser possível.

Quantas pessoas que ainda lutam por algo que você considera uma merda, você conhece? Como elas te tratam? O quanto elas leem?

Isso que estou fazendo não é uma cagação de regra. Apenas pare e analise o quanto essas pessoas já mudaram seu pensamento de dez anos para cá. Se você achar tudo isso uma coincidência, ok! Não vou poder fazer nada. Mas, se você realmente acha que viver do mesmo jeito que seus pais viveram nos anos 80 e 90, trarão um mundo melhor… eu sinto muito.

Por quê? Pelo fato de ter que reconhecer que uma mudança significa ser um louco. Pelo fato de engolir que para ser trabalhador, é preciso sofrer para pagar suas contas e comer algo melhor. Pelo fato de entender que classe social no Brasil, é apenas algo que algumas pessoas não conseguem ter, mas elas vivem com isso em seu pensamento porque elas foram criadas na frente da tela do celular do seu pai ou mãe, que não tinham tempo para educá-los, mesmo eles estando em casa(presente).

Então, eu sinto muito.

Texto: Marcos Santos

Desenvolvimeto de Site: Guilherme Correia

Continuar lendo Sinto Muito

PRAZER, RACISMO!

Olá, tudo bem? Meu nome é Racismo. Acompanho muito de vocês a mais de 2000 anos. Por isso, tenho uma vasta experiência  quando o assunto é o ser humano. Ajudei a destruir muitas famílias ao redor do mundo, simplesmente, por não atribuir nenhum valor ou respeito pela cor da sua pele.

Antes que eu me esqueça! Quem liga para isso? Com toda a modéstia sou muito bom no que faço, afinal, se manter em evidência (mesmo que no Brasil eu esteja disfarçado) por todos esses anos, tem sido uma tarefa fácil. Claro que tive grandes aliados neste período, ainda tenho, mas falo deles daqui a pouco.

Quando tenho oportunidade de procurar coisas sobre minha influência, aprendo que usam todos argumentos possíveis para me defender. Tenho que admitir que estou surpreso. Não esperava tanto! Sempre me relacionam a maldade existente nos casos mais emergentes. Casos como roubo, por exemplo, alimentam piadas na internet com muita frequência (se é que você entendeu, né!). Falando nela tenho que admitir que não sei como voltar com um diálogo forte nessa terra de ninguém.  Só quero deixar uma coisa bem “clara”, estou de olho em vocês.

Vamos focar em mim. Estava ficando triste. Mas hoje consegui relembrar os bons tempos, quando não havia ninguém para atrapalhar o que meus amigos podiam fazer de melhor na televisão, no rádio, na revista, nas ruas… com isso estou voltando a fazer barulho.

Há alguns anos, ganhei mais um capítulo em minha vida. Após muitos levantarem bandeiras, tochas, destruir patrimônios públicos, causarem o caos por onde passavam. Ahhh! Como me senti bem! Tudo isso por uma supremacia que até eu mesmo tenho que dizer, não vale merda nenhuma!

Algo tinha que acontecer para sair da minha rotina, afinal, não aguentava mais ficar estagnado com os mesmos números de assassinatos, crimes e perseguição contra os… (daquela cor). Não me sentia mais representado, triste!

Citei meus amigos. Tenho muitos. E pelo jeito tenho que conhecer muitos que simpatizam comigo, para saber qual será nossa próxima estratégia. Vou citar um famoso, DONALD TRUMP. Já era brother de seu pai, hoje, trato ele como um sobrinho. Pena que ele não adotou só a mim, mas também outros famosos como a misoginia, homofobia, xenofobia e também tem o machismo, mas esse é ainda mais velho do que eu e não me sinto à vontade para tomar seu posto( estou muito bem aqui).

Já que estou escrevendo esse texto para vocês brasileiros hipócritas (tenho intimidade e, por isso, chamo vocês assim), posso citar JAIR BOLSONARO, que é um dos meu maiores orgulhos. Graças a maioria de vocês e a televisão que levantaram o nome dele também. Como me divirto quando vejo que depois de 30 anos, fazendo muita merda, ele ainda consegue ter chance na corrida presidencial em 2018 (para não dizer que ele já ganhou). Patético! Até mesmo para vocês.

Quando disse que os brasileiros são hipócritas, estou me referindo aqueles que defendem os meus amigos ou simpatizantes, até porque são muitas pessoas querendo minha amizade, e ela não está tão fácil assim. Pelo andar da carruagem, como diriam os antigos, não estou nem perto de um final. Ainda enxergo um bom caminho para todos e todas. E, se quiserem é só continuar me seguindo.

Agora vou deixar vocês com esse texto. Para muitos, não significou nada. Para alguns… Nem ligo. Simplesmente por que eles não serão ouvidos. Como sei disso? Quando vejo alguns militantes tentando me derrubar, tenho muita pena deles. Eles falam para o vento. Ainda bem que inventaram o termo politicamente correto, por quê, assim vejo os que estão do meu lado. Sinto muito por eles estarem disfarçando, como já citei aqui! Até para os negros seria uma boa saber quem eles são, um confronto mais igual.

Vou indo nessa. Já falei demais. Espero ter me apresentado aos que não me conheciam, espero ter sido entendido e espero ter sido muito claro. Não estou aqui para brincadeira ( apesar de não precisar me esforçar para ser citado). Desta vez, estou aqui para mostrar quem realmente sou. Fico feliz por ainda ter “carta branca” e espaço para poder falar com toda liberdade do mundo.

Obrigado!

At.te. Racismo

(406) 413-4081

Atualmente, vivemos com um dilema muito grande sobre nós mesmos. Sentimos que ainda não estamos prontos para encarar nossa vida, nossas emoções, nossas relações… Porém, ao nos enxergarmos maduros nos encontramos em comportamentos no qual, nunca imaginamos que poderiam acontecer.

Esta pode parecer mais uma daquelas histórias contadas por milhares de pessoas ao redor do mundo, mas porque ela não pode ser apenas a sua história com uma perspectiva diferente?

O que determina seu bem-estar no seu emprego, na sua família, em sua casa? Perguntas assim têm respostas que contam algo sobre quem estamos nos tornando ou quem podemos nos tornar. Um conhecimento único e poderoso, sim, forte! Pensando em como as pessoas estão cada vez mais individuais, o nosso comportamento se adapta a uma escolha feita por muitos brasileiros que simplesmente, não se importam com o meu, o seu ou com o sentimento de alguém!

Sentimento esse que se resume em apenas uma expressão: FODA-SE! Usada para diminuir o pensamento, o sentimento e a vida de alguém que tenta viver diferente dos seus pais que não tiveram a oportunidade de conversa e de conhecimento necessário, para a quebra de seus próprios preconceitos sobre todas as etnias. Usada principalmente para se levar vantagem sobre aqueles “coitados” que ainda acreditam em uma história com um final melhor, mas não feliz.

Então como deveríamos usar o foda-se? Ligando menos para valores como: Para ser alguém é preciso ser mais rico? Entendendo como projetei minha vida até aqui realmente tenho que me importar com opiniões? Claro que não! O bom e velho foda-se, tem um valor significativo que lhe mostra o quão as coisas têm importância na sua vida, no seu estilo, no seu modo de enxergar sentimentos existentes ou não.

Ei, você se sente bem? Você consegue se encaixar dentro desta expressão foda-se (que usada para o mal), é cruel, machuca, destrói e ainda consome muitas pessoas só pelo fato da “vantagem” imposta em sua força? As piores decisões a serem tomadas não são aquelas sobre seu relacionamento, seu trabalho, seu próximo carro novo, mas sim são aquelas que deixamos de lado por parecerem bobas. Crescemos em um ambiente em que o narcisismo nos guiou ou guia para um abismo fatal.

Quando enxergamos preconceito em algo e fingimos demência, estamos apenas deixando de apontar situações na qual, o preconceito é evidente e continuará moldando a sociedade para comportamentos primatas. A evolução em tomar uma decisão diferente contra qualquer tipo de preconceito infelizmente, ainda é a escolha mais difícil e a que as pessoas mais tentam se esquivar, fazendo de conta que os problemas não são delas e assim mostrando um possível motivo das coisas estarem neste patamar.

Enquanto esse problema for apenas mais um, as nossas reações de surpresa quando olhamos para um caso de racismo ainda serão de destruição moral. Ensinamentos, nem pensar! Seria mais fácil apontar um erro ao invés de conscientizar que homofobia, racismo e machismo, são tabus a serem quebrados e não motivos de grandes lucros para as mídias tradicionais que não se preocupam em ensinar sobre esses temas e nenhuma outra cultura.

Mas e você, se sente bem?